Arquivo de outubro \31\UTC 2010

Por que o Twitter é tão popular no Brasil?

A Time fez uma matéria já bastante comentada pela Rede a respeito da popularidade do Twitter no Brasil. De acordo com a revista, enquanto o Twitter pega cerca de 23% dos internautas no Brasil, só 11,9% dos americanos usam. Finalmente, o Brasil ainda seria responsável por quase 65% do tráfego no site. Já que estou acompanhando o Twitter de perto faz algum tempo, resolvi comentar.

A matéria traz uma entrevista com o James Green,da Brown University, que contextualiza as ferramentas de mídia social, dizendo que após anos de ditadura no Brasil, elas são um modo de “contra-atacar” com liberdade de expressão. Além disso, o professor cita ainda a criação de espaços de inclusão digital, o aumento da classe média, o contraponto à mídia tradicional.

Embora essas razões apontadas pelo Green sejam relevantes e, inclusive, importantes, não sei se dão conta do fenômeno. O Orkut, como a matéria lembra, também é grande no Brasil. Além disso, o Brasil tem uma larga história de adoção dessas tecnologias mais “sociais”, como o Fotolog (o Brasil foi, por um bom tempo, o primeiro país em número de fotologs; weblogs, e, para entrar nos tempos do passado remoto, inclusive IRC). Estudei vários desses fenômenos a fundo e diria algumas coisas um pouco diferentes.

Algumas razões…

O Brasil já tem uma história de adoção de ferramentas sociais. Isso faz com que novas ferramentas sejam mais rapidamente apropriadas. Ou seja, já há uma apropriação social da Internet no País, o que torna o terreno propício para outras ferramentas do gênero. Outra questão importante, é que o Brasil é um país muito receptivo às tecnologias de informação e comunicação. A adoção do celular aqui é massiva, assim como dos computadores e da Internet (embora em menor grau). Creio que isso tudo pode ter sim um fundo na busca da liberdade de expressão, como afirma o Green, mas acho que há outras razões. Eu enumeraria uma delas como sendo a ativa comunidade do software livre que existe no Brasil, que acaba influenciando a discussão das TICs e a adoção dessas tecnologias (sim, entre os early adopters do Orkut estão eles). Outra seria a própria cobertura da mídia a respeito da adoção dessas tecnologias, o que gera ainda mais apropriação. Finalmente, eu diria ainda que há um sentido construído em torno das tecnologias aqui como firmemente positivas. As TICs são vistas como algo a aspirar, objeto de desejo e poder. Ou seja, há a questão da construção de sentido do consumo da tecnologia como algo necessário para o sujeito.

Mas por que o Twitter é especial?

O Twitter é um pouco diferente. Primeiro porque sua adoção não é apenas social no sentido que foi dado ao site de rede social (como o Orkut, por exemplo). É uma tecnologia de informação. Lá pelos idos de 2008/2009 eu e a Gabriela Zago publicamos alguns trabalhos sobre isso (o último foi publicado recentemente), onde discutíamos a apropriação do Twitter menos como rede de conversação e mais como rede de informação (vou referenciar no final). Com isso, o Twitter dá acesso a determinados tipos de capital social que outras ferramentas não dão, fazendo com que as redes sociais ali presentes funcionem como filtro das informações, organizando e tornando relevantes coisas específicas para seus grupos de interesse. Com isso, o Twitter conseguiu se tornar relevante para grupos de influenciadores no Brasil, como pessoas que trabalham com Internet e mídia. E virou pauta de matérias e se difundiu.

Em um segundo momento, vieram as legiões de fãs. Ou seja, principalmente adolescentes e jovens que viam no Twitter uma forma de “estar junto” de seus ídolos. Essa segunda onda é muito mais conversacional e passou a usar o Twitter como espaço de organização, criando Trending Topics como forma de “marcar presença”. Assim o Twitter passou a congregar também ainda outras formas de capital social. Nessa fase, a presença dos “famosos” e das celebridades, tanto nacionais quanto internacionais foi um fator motivador para a adoção do Twitter.

A relevância do Twitter

Apesar disso, acho que o Twitter não é uma ferramenta de uso contínuo no Brasil. Acredito que a evasão ainda seja grande e que a grande maioria dos usuários ainda está em outros espaços. Na verdade, os dados do Ibope têm mostrado que o Facebook vem crescendo de forma mais consistente, já passando o Twitter e tornando-se o segundo SRS mais usado no Brasil. (E sim, acredito que muito em breve começarão as matérias mostrando o crescimento do Facebook diretamente relacionado, também, ao crescimento do uso dos aplicativos no Brasil, de forma especial, os jogos. ) O Twitter, para mim, ainda é uma ferramenta de nicho, que faz barulho porque seus usuários são influenciadores. Mas a grande massa dos internautas brasileiros não a adotou (e acho que nem vai adotar a curto prazo).

Algumas referências:

RECUERO, R; ZAGO, G. Em busca das “redes que importam”: redes sociais e capital social no Twitter. Líbero (FACASPER), v. 12, n. 24, 2009.
RECUERO, R.; ZAGO, G. “RT, por favor”: considerações sobre a difusão de informações no Twitter.” Revista Fronteiras, vol 12, n. 2, maio-agosto de 2010.
Posts passados sobre a pesquisa do Twitter: I, II, III e IV.
Texto meu no DML a respeito das práticas sociais do Twitter no Brasil (fev 2010)

 

Fonte: Ponto Mídia

Deixe um comentário

Empresas devem priorizar plataformas como o YouTube, diz gerente da Coca-Cola

Cada vez mais empresas têm utilizado plataformas de redes sociais como Facebook e YouTube no lugar de tradicionais hotsites. A Coca-Cola tem feito uso dessa estratégia nos seus últimos cases, como explicou Sérgio Vieira, gerente de marketing da Coca-Cola.

A nova campanha da Coca-Cola que estreia em novembro usará um aplicativo no Facebook. “Também teremos um game que possibilitará que os usuários possam compartilhar experiências”, diz Vieira.
Sérgio  ainda comentou  que as marcas precisam criar empatia com seus fãs/seguidores, aproximando-se através das redes. “Nós trocamos advogados por consumidores defendendo a marca nas mídias sociais”, disse. A Coca-Cola é a marca que mais tem fãs no Facebook.

Fonte: JC Online – grifos meus.

, , , ,

Deixe um comentário

Youtube chega a 1 bilhão de inscritos

Você já entrou na página principal do Youtube hoje? Se sim, já deve ter percebido que eles estão em festa!

Sim, em FESTA, afinal de contas, não é todo dia que um site chega a UM BILHÃO DE INSCRITOS!!

Parabéns, internautas viciados em vídeos “youtubianos”. Nós fazemos parte dessa festa!

E você, empresário, ainda acha que seu público não está por aqui?

Deixe um comentário

ROI em mídias sociais: será que vale a pena?

ROI, em sua definição mais simples, é o retorno sobre investimento (em inglês, Return On Investment ou ROI). É a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento, e o montante de dinheiro investido.

O maior medo dos empresários é investir em algo que não sabem se vai dar retorno, o que é totalmente aceitável, já que ninguém quer perder dinheiro.

Para provar que hoje em dia, internet DÁ LUCRO SIM, a BarnRaisers fez uma lista com 34 cases que deram certo. Dê uma olhada:

  1. AFTER STEAZ: As vendas do chá orgânico dobraram depois que cupons foram disponibilizados para download e compartilhados no Facebook e Twitter, que deflagaram um debate sobre os benefícios dos produtos orgânicos. 250 mil cupons foram baixados e foram registrados 2.830 tweets por hora.
  2. AJ BOMBERS: O proprietário de uma lanchonete, Joe Sorge, usou o Twitter como maître social para construir relacionamentos com 75% dos seus clientes. Um ano depois as vendas haviam aumentado em 60% sem nenhum tostão gasto em mídia tradicional. A AJ BOMBERS também criou o  “dia do Fousquare” o que aumentou as vendas em 110%.
  3. BEST BUY (Twelp Force): um serviço de apoio ao cliente da Best Buy que já disponibilizou mais de 32.000 respostas aos consumidores – tem cerca de 30.000 seguidores no Twitter.
  4. BLENDTEC: Depois dos vídeos virais no YouTube, as vendas da empresa aumentaram 700%.
  5. BURBERRY: Através do microsite social “Art of trench” a marca de artigos de luxo atingiu mais de 7,5 milhões de visualizações em 150 países, 5 milhões de minutos gastos no site, 1 milhão de fãs no Facebook e um aumento de 10% das vendas em algumas de suas lojas.
  6. CADBURY: Mais de 22.000 fãs da marca (isso em 2009) pediram a volta da tradicional barra de chocolate Cadbury Wispa no Facebook. 40 milhões de barrinhas foram relançadas e vendidas em 18 semanas, uma médias de 4 por segundo.
  7. CISCO: A empresa economizou 100.000 dólares no lançamento do seu novo roteador. 9.000 pessoas participaram do evento de lançamento nas mídias sociais, o produto obteve mais de 1.000 postagens em blogs, alcançando 40 milhões de impressões online.
  8. CLOROX: A empresa lançou a comunidade online CloroxClassrooms.com, juntamente com um blog e esforços no Twitter, no feriado do Dia do Trabalho no início do ano letivo. A marca transitou por todo o feriado entre os trendings topics no Twitter.
  9. COFFEE GROUNDZ: Usaram o Twitter como um canal direto de vendas entre a empresa e seus clientes. A empresa relatou aumento de 20% a 30% nas vendas através do Twitter.
  10. DELL: Usou o Twitter para criar o  “Dell Outlet” e anagriou $3 milhões em receita no período de um ano através de tweets.
  11. DUNKINS DONUTS: A Dunkin’ Donuts criou o concurso “Create Dunkin’s Next Donut” para colocar um novo sabor de rosquinha em sua linha de produtos, o concurso foi um enorme sucesso, gerando mais de 130.000 sugestões e 174 mil votos. O vencedor levou 12 mil dólares e um suprimento de 1 ano de rosquinhas.
  12. IKEA: Para inaugurar uma loja em Malmö, na Suécia, foi criado um perfil para o gerente da loja (Gordon Gustavsson) com fotos de showroom oferecidos pela marca. Usando com sabedoria a função mais popular da mídia social em questão, o perfil lançou a seguinte promoção: quem fizesse primeiro uma tag na foto de um showroom com o seu nome, ganhava o produto da loja. Através de recomendações e conversas sobre a marca em todo mundo a empresa registrou aumento considerável nas vendas.
  13. INDIUM: Uma empresa que fabrica aços especiais não é nada convidativa, nem é conveniente que 14 de seus engenheiros iniciem blogs. Mas é exatamente o que fez a empresa. Isso gerou um aumento em leads, prospects, conversas e vendas de dois dígitos.
  14. JETBLUE: Criaram uma conta no Twitter para ter um relacionamento mais direto com os clientes – ouvir e responder como eles poderiam atendê-los melhor e lidar diretamente com as suas reclamações. Eles agora têm mais de 1,5 milhões de seguidores.
  15. KOGI: Um Food Truck que serve churrasco coreano em Los Angeles, usou o Twitter para deixar os clientes saberem onde o caminhão estava e quando ele estaria em sua vizinhança. Eles têm mais de 65.000 seguidores e 300 a 800 clientes cada vez que o caminhão é estacionado.
  16. LIVESTRONG: Levantou 10,8 milhões de dólares em sua luta contra o cancer, que ocorreu por meio de canais de mídia social com um blog que funcionou como hub. Isso ocorreu em 2009, em meio a uma recessão profunda, que foi particularmente difícil para as organizações sem fins lucrativos.
  17. PIZZA HUT: Seu app para iPhone app representa 50% das encomendas de pizza e gerou US $ 1.000.000 em receitas.
  18. VIRGIN AMERICA: Usou o “promoted tweets” para gerar valor aos seus clientes. A empresa já está vendo 300-500 tweets em voo por dia, com algo entre 6% a 15% dos viajantes conectados em Wi-Fi durante os vôos.
  19. PROCTER & GAMBLE: O Beinggirl.com não é uma comunidade sobre absorventes internos, é um site que trata de tudo que as meninas vivenciam. Falar a linguagem dos adolescentes e se engajar em conversas com zero de venda – é assim a que P&G anuncia absorventes de forma sutil. Um grande exemplo destacando a importância da compreensão do público antes de lançar uma campanha de mídia social.  A comunidade superou os canais tradicionais com ROI de 4 para 1. Beinggirl.com foi ampliada para 21 países.
  20. COCA-COLA: Em apenas 24 horas a coca cola obteve 86 milhões de impressões e uma taxa de participação de 6% com seu primeiro “promoted tweet”.

Fontes: MídiasSociais, BarnRaisers e Wikipedia

, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Deixe um comentário

América Latina celebra crescimento de uso de internet e redes sociais

A América Latina continuará crescendo em um ritmo acelerado no uso da internet por sua capacidade de absorver as novas tecnologias e pelo atrativo de redes sociais como Facebook e Twitter.

Vários especialistas que assistem à conferência “The Festival of Media LATAM 2010”, que termina nesta terça-feira em Miami, disseram que os países latino-americanos são um exemplo de criatividade no uso dos meios digitais, embora a televisão continue sendo relevante.

O diretor-geral do Google para a América Latina, Alexandre Hohagen, previu que sua empresa duplique em dois anos suas receitas na região.

“Nossa visão é de otimismo. A América Latina continuará sendo a região que mais crescerá no mundo” no uso da internet, tanto pelo acesso por computadores quanto por telefones celulares, disse Hohagen.

O diretor-geral do Google para a região previu que o faturamento de publicidade nos veículos online representará em 2013 13% dos US$ 25 bilhões atuais, ou seja, terá quadruplicado em três anos.

O Google considera que a América Latina oferece grandes oportunidades de crescimento, embora seja necessário um trabalho de informação e educação muito forte entre as empresas para que entendam a dimensão do uso dos serviços online.

“Curiosamente, o usuário latino-americano está hoje mais avançado que as empresas no uso da internet”, acrescentou.

Além disso, o Facebook e o Twitter são bem aceitos na região, pela própria personalidade dos latino-americanos, que gostam de compartilhar e socializar o máximo possível.

Empresas como Unilever e Diageo expuseram como suas campanhas de publicidade e marketing foram adaptadas para aproveitar a atração e impacto do Facebook e do Twitter.

“Já não basta entreter na difusão de uma mensagem. O entretenimento tem que proporcionar uma verdadeira comunicação com o consumidor”, disse Enrique Tron, diretor de comunicação da Unilever no México.

Além dele, o vice-presidente de marketing da Diageo, Venky Balakrishnan, também expôs as inovadoras campanhas de publicidade desenvolvidas por sua empresa, que utiliza as redes sociais para atrair a participação de consumidores.

A integração de meios de comunicação nas campanhas de publicidade é uma das tendências dos departamentos de marketing, pois geram ideias muito criativas, segundo Roberto Martini, presidente e fundador da agência CUBOCC.

Os representantes brasileiros destacaram como o uso das redes sociais disparou, tornando o Brasil o segundo país do mundo – atrás apenas dos Estados Unidos -, onde mais se enviam mensagens através do Twitter.

Apesar de reconhecer o poder das redes sociais, o presidente e diretor-geral da TV Azteca, Mario San Román, destacou que a televisão continuará sendo um meio essencial “sempre que fornecer conteúdos relevantes”.

Ele ressaltou que a televisão será o meio ideal onde podem convergir os serviços online, pois em países como o México “ela representa os valores de uma sociedade tradicional”.

O presidente da TV Azteca destacou as iniciativas de sua empresa para que a televisão continue no centro das atividades familiares não só para o entretenimento, mas também para a compra e a interatividade entre o consumidor e os fabricantes.

No entanto, Juan Saldívar, diretor-geral da Televisa Interactive Media, defendeu a ideia de que internet está destinada a ser o meio integrador de todos os demais, embora “as pessoas não deixarão de ver televisão”.

“A internet está crescendo muito mais que os outros meios e o uso dos celulares é um novo fenômeno”, afirmou.

Segundo ele, o “desafio” é saber “como manter a atenção quando qualquer consumidor se encontra diante da televisão com dois ou três meios de comunicação diferentes” como seu computador, celular ou um iPad.

Dica: @blogblogs
Fonte: Terra

, , ,

Deixe um comentário

Qual o perfil do brasileiro nas redes sociais?

Infográfico bem bacana:

Fonte: Biz Revolution

1 comentário

Guia básico do Twitter

O Twitter parece uma ferramenta muito simples à primeira vista, mas o microblog deve ser usado com cuidado.

Confira aqui a primeira parte de alguns passos básicos para uma empresa utilizar este microblog como ferramenta de marketing digital.

Pensar antes de falar:

Cuide para evitar polêmicas, mas se o fizer saiba como se posicionar e administrar as suas palavras. As palavras usadas em um Twitter corporativo são ligadas diretamente à imagem da empresa.

Interagir e não coagir:

Qualquer empresa que procure os meios digitais deve saber que neste universo a interação é tudo. Sabemos que todas as empresas aderem às mídias sociais para vender mais, mas para conseguir isso é muito mais complicado do que parece. Estamos lidando diretamente com pessoas, e dentro deste universo devemos interagir, nos disponibilizar e criar um relacionamento que vai fazer a marca ser mais lembrada e considerada na hora da compra.

Seja interessante:

Possivelmente todo internauta sabe que as empresas procuram a web para tentar ganhar dinheiro, afinal, são empresas e precisam do dinheiro para sobreviver. Mas não basta apenas estar na internet para conseguir retorno financeiro. Sabendo dos objetivos de qualquer empresa, o internauta vai acompanhar o trabalho desta apenas se for interessante, por isso não basta se comunicar online.

Use encurtadores:

Uma outra dica, que pode até parecer boba para alguns “tuiteiros”, é a importância de se usar encurtadores. Para você que não sabe, são aquelas ferramentas que ajudam o link a diminuir para ocupar menos caracteres. Acaba não sendo apenas para você ter mais caracteres, mas sim para não passar um ar amador e para não fazer spam na timeline dos usuários.

Exemplos: Migre.me e Bit.ly.

Não use caixa alta, evite spam:

Spam não é necessariamente uma mensagem inútil, pode ser qualquer uma que incomode de alguma forma o internauta. Um perfil que tuita muito seguido pode acabar preenchendo a timeline dos internautas e se isso o incomodar pode lhe render um unfollow. Receber unfollow nem sempre é sinônimo de estar incomodando. Às vezes, seu assunto pode apenas não ser tão legal, por isso esteja focado em se comunicar com o SEU público.

Saiba conversar:

Muitas empresas devem estar online, mas não podem exercer tal função porque não sabem conversar. Tenha alguém jovem ajudando, algum especialista ou uma daquelas pessoas mais descoladas, sem deixar o profissionalismo de lado.

Número de seguidores não significa relevância:

Desde a popularização do Twitter os perfis sempre procuraram ser os mais seguidos. No começo, ter bastante seguidores era sinônimo de que você era popular, mas aos poucos todos perceberam que existiam diversas maneiras de se conseguir seguidores “ilegalmente”.

Hoje já é comum indicar que os perfis se foquem em qualidade e não quantidade. Ter seguidores engajados, que trocam experiências, usam e divulgam este canal de comunicação com as empresas vale muito mais do que 1000 pessoas que nem conhessem a sua empresa.

Em um primeiro momento, o número de seguidores pode até causar uma boa impressão, mas é a qualidade da interação que vai fazer a empresa vender mais. Então preocupe-se em ter um perfil que seja interessante para os internautas que o número de seguidores vai ser uma conseqüência do trabalho desenvolvido.

Esteja disponível:

Nada pior do que encontrar perfil de uma empresa, pensar que você encontrou um canal de comunicação direto com a empresa, mas percebe que o perfil é abandonado e/ou não respondo as suas dúvidas, sugestões, reclamações…

A partir do momento que uma empresa escolhe estar online, é importante que a mesma esteja sempre disponível, respondendo e interagindo com seus seguidores e dando suporte sobre os seus produtos sempre que necessário.

Fonte: Midiatismo

Deixe um comentário