Arquivo de novembro \29\UTC 2010

Será que você realmente não está nas mídias sociais?


Se você acha que não está presente nas mídias sociais porque sua empresa não tem um canal no Youtube ou um perfil no Twitter ou Facebook, está redondamente enganado!

Muito provavelmente, seu nome está circulando pela internet e o pior: você não tem idéia do que estão falando!

Vou contar um caso de insucesso que aconteceu com uma empresa norte-americana de cadeados chamada Kryptonite.

A Kryptonite é uma empresa especialista em cadeados que perdeu milhares de dólares porque, certa vez, alguém falou em um fórum que era possível abrir um de seus cadeados mais caros (no valor de US$ 100,00) com apenas uma caneta BIC.

Como não houve monitoramento de marca, a notícia foi se espalhando em outros fóruns e blogs até que alguém resolveu comprovar se era verdade: gravou um vídeo tentando abrir o cadeado com a caneta, e conseguiu.

Resultado: o vídeo foi publicado no Youtube, obteve milhares de visualizações, a empresa teve que retirar os cadeados do mercado e, de acordo com uma pesquisa feita pela CNN, para recuperar a credibilidade, a marca gastaria dezenas de milhares de dólares. Isso tudo porque não houve monitoramento.

 

E aí, será MESMO que sua empresa não está na Web?

Case extraído do livro “A Bíblia do Marketing Digital“, de Cláudio Torres.

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Uma loja com produtos grátis

Já pensou ir a uma loja onde todos os produtos são de graça? Você entra, escolhe o que quiser e leva pra casa sem gastar um tostão?

Pois é. A idéia de tryvertising (mistura de “teste” com “publicidade”) é essa: experimentar produtos e dizer ao fabricante o que achou de cada um deles.

Para isso, existem duas empresas em São Paulo: a Sample Central e o Clube Amostra Grátis.

Funciona assim: Você se cadastra no site, agenda uma visita, comparece à loja, escolhe o que quiser, leva pra casa e, depois de algum tempo, responde às perguntas feitas pela fabricante.

E volte quantas vezes quiser!

Dizem que empresas como a Apple venderiam muito mais se oferecessem “empréstimos” de seus produtos por algumas semanas. Os macmaníacos afirmam que ninguém permanece o mesmo depois de 15 dias com um mac em mãos. Será?

E o seu produto? Você pode oferecer algo de graça para conseguir um bem maior depois? Pense nisso.

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Quanto se compartilha via mídias sociais?

O SocialTwist de Media Sharing Trends 2010 é um relatório que se baseia na análise do compartilhamento de redes sociais de milhões de mensagens enviadas pelo widget “Tell-a-Friend” durante o período de agosto de 2009 a julho de 2010.

Principais observações

O e-mail diminuiu o compartilhamento de informações em 15% se comparado ao ano passado. Em contrapartida, continua sendo responsável por uma boa parcela da pizza, com 55% de ações realizadas.

Enquanto isso, sites de redes sociais tiveram um destaque em sua utilização : aumento de mais de 10% e com mais de 60% de cliques em chamadas com links.

O Facebook, como já era de se esperar, se destacou como o serviço preferido para compartilhamento entre redes sociais.

Redes sociais

O Facebook, que responde por mais de 78% de uso para compartilhamento de conteúdos na web em 2010, se mantém como a primeira escolha entre as redes sociais. Myspace tem ainda uma grande parte da porcentagem, mas vem diminuindo ao longo dos anos, enquanto o Twitter cresce.  O interessante do gráfico é que, além do Orkut , o Google não está presente, uma preocupação para a gigante.

Blogs

A maioria dos blogs procura ter seu conteúdo compartilhado tanto quanto possível, proporcionando aumento de tráfego. WordPress é líder em compartilhamento de conteúdo via blogs, com o Blogger em segundo lugar.

Mensagens Instantâneas

Para a surpresa dos fãs do MSN, o Yahoo e Gtalk estão disparados na frente, com 52% e 42% do público.

E seu público, você já sabe onde está?

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As Compras Sociais em 2011

Confira esta lista de Richard MacManus do RWW com itens acrescidos por Maria Fernanda Lacerda Pereira, que aborda quais itens das compras coletivas serão sucesso em 2011:

  • OFERTA DO DIA

O sistema de ofertas diárias cria uma urgência na compra e contribui para a compra por impulso. Como há um contador mostrando que oferta vai acabar em algumas hora, o consumidor se sente pressionado e leva um tempo muito menor para avaliar a compra.

  • COMPRA SOCIAL EM TEMPO REAL

Ofereça um desconto realmente muito grande em um produto por dia (estilo Peixe Urbano e cia). A idéia é mostrar que o desconto é tão bom que o estoque pode acabar a qualquer momento. Por isso, os consumidores interessados ficam obrigados a comprar o quanto antes se quiserem aproveitar.

  • CHECK-IN DE LOCALIZAÇÃO

Para usuários do Foursquare ou Facebook Places, o conceito já é conhecido. Trata-se, basicamente, de uma rede social ou aplicativo baseado em informações sobre os locais em que você vai.
Quanto mais lugares você for, mais pontos acumula. A competitividade, apesar do que pareça, não é o centro da questão. O ponto aqui é relacionar-se com outras pessoas que já foram nestes lugares – ou estão lá agora, e obter informações. Assim sendo, temos uma ótima plataforma apta à propaganda espontânea e à fidelização de clientes.

  • SCANNER DE CÓDIGO DE BARRAS

Tecnicamente, comparar através de smartphones são é compra social. Possibilita, no entanto, uma experiência que gera tanto valor que com certeza deve estar alinhada a uma possibilidade de compartilhamento de informaçãões com o resto da Web.
O scanner de código de barras em si, permite que você busque on-line produtos semelhantes ao que você está vendo em uma loja física, para fazer comparações. Estamos falando aqui de informação em tempo real. O Buscapé, por exemplo, já tem um aplicativo que faz isso para o iPhone.

  • GERAÇÃO DE BUZZ

Devido ao senso de urgência da compra em pouco tempo ou tempo real, esse tipo de oferta gera um buzz muito grande, pois as pessoas querem contar aos seus conhecidos da ótima compra e os sites já são totalmente preparados para isso, com integração entre mídias sociais. É um reforçador do valor da marca e propaganda espontânea ao mesmo tempo.

 

Fonte: WebContexto.

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Conheça seu público e fale diretamente com ele

supernice-annemendes.wordpress.com

Muitas empresas estão entrando com tudo na onda das mídias sociais e estão vendo que não basta apenas criar um perfil no Twitter ou Youtube. O objetivo não é só estar na Web, mas atingir o público.

Para isso, você precisa saber com quem está falando.

A marca de sabão em pó Omo, por exemplo, sabe que a maior parte das pessoas que utiliza seu produto (e compra) é composta por donas de casa e pelas “secretárias do lar”. Então, nada de fazer um ambiente totalmente teen, com uma porção de coisas que não interessam! Eles resolveram criar uma personagem chamada SuperNice que é uma empregada doméstica “jovem, prática e moderna” como diz o próprio site.

A SuperNice é a personagem principal de uma série que envolve vídeos no Youtube, um perfil no Facebook, dicas no Twitter, respostas no Formspring e um site super interativo.

Veja o primeiro vídeo da série:

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Redes sociais afetam o cérebro como a paixão

A gerente de Inteligência de Mercado do Ibope, Juliana Sawaia, afirmou nesta quinta-feira, no 4º Seminário de Mídia Online (MediaOn), que as redes sociais afetam o cérebro assim como a paixão. Segundo ela, as pessoas não são apegadas diretamente às plataformas, mas sim às pessoas que estão nelas.

“A mídia social não é tecnologia, mas sim relacionamento. E ele já foi incorporado à rotina da maioria das pessoas. Quem está dentro quer usar mais e quem ainda não entrou tem interesse em entrar”, disse.

Durante a palestra, quatro usuários de internet, entre 13 e 32 anos, navegaram em computadores e contaram as suas experiências de uso. Todos eles participam de pelo menos um site de relacionamento e utilizam ferramentas como o Messenger, Youtube, Facebook e Orkut.

Segundo Juliana, as empresas já perceberam a força das redes sociais, mas nem todas estão preparadas para enfrentar as adversidades. “Hoje, muita gente nem procura o Serviço de Atendimento ao Consumidor e reclama diretamente no Twitter quando tem uma dificuldade com alguma empresa. Os consumidores já sentiram que têm mais poder dessa forma”, afirmou.

Ela disse que durante o período eleitoral o Ibope fez algumas análises sobre o desempenho dos candidatos nas redes sociais. Segundo ela, nas próximas eleições presidenciais, em 2014, existe uma tendência de que elas tenham mais força do que agora. “Muita gente comparou a eleição aqui com o fenômeno do Obama, mas nos Estados Unidos já se usava as redes sociais há muito tempo. Aqui ainda estamos começando e na próxima eleição o peso será maior”, disse.

Fonte: Terra Notícias

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10 razões para monitorar mídias sociais

O monitoramento das mídias sociais vem se mostrando um diferencial competitivo de grande valor, tanto que, segundo pesquisa realizada pela Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc), 46% das empresas utilizam as mídias sociais para monitorar o mercado, 45% usam para observar o comportamento do consumidor e 39% utilizam para monitorar a concorrência.

Abaixo segue uma lista com 10 motivos para monitorar as mídias sociais.

  1. Críticas – Monitorar as conversas que tenham algum tipo de reclamação sobre os seus produtos ou serviços, empresa e funcionários. Quanto mais cedo identificar essas conversas, significa ter uma chance maior para mostrar como sua empresa é sensível. A reclamação é uma oportunidade para demonstrar as habilidades de resolução de problemas. Uma crítica postada em mídias sociais também pode desencadear observações de outras pessoas com a mesma preocupação, o que proporciona uma oportunidade de alcançá-los, e quem sabe, impressionar o consumidor com um grande serviço prestado ao cliente e gerar alguns posts positivos sobre como você resolveu tal situação.
  2. Elogios – Milhões de pessoas utilizam mídias sociais para falar sobre os produtos e serviços que elas amam. Esses elogios podem se manifestar de várias formas – como uma experiência que o cliente teve com seu produto ou serviço, por exemplo. Encontrar esses elogios é uma ótima oportunidade para posicionar-se e saber quem são os entusiastas de sua marca.
  3. Desejo – A melhor maneira de prestar atenção aos desejos dos clientes é procurar por palavras-chave utilizadas frequentemente para descrever essas necessidades. As recomendações são inerentes à mídia social, quando alguém está prestes a fazer uma compra quase sempre tenta obter informações online. Essas situações oferecem uma oportunidade para fazer uma oferta ou uma demonstração gratuita, por exemplo. Embora isso possa parecer intrusivo à primeira vista, muitas situações são propícias para essa abordagem. Um belo exemplo é o da Mentos, onde descobriram através do monitoramento que as mulheres grávidas mastigavam o chiclete para aliviar enjôos matinais. Agora a empresa está considerando ações de marketing para mulheres grávidas e blogs para as “mamães”.
  4. Monitorar a concorrência – Monitorar as conversas sobre a concorrência é vital para saber o que os clientes gostam – e o que eles não gostam neles. Essas conversas podem nortear estratégias em sua empresa, evitar problemas potenciais e antecipar os movimentos deles. Tudo, desde o desenvolvimento de produtos, atendimento ao cliente até vendas e marketing podem se beneficiar. Este tipo de inteligência pode destacar as oportunidades para chegar aos potenciais clientes que estão tentando sair de um concorrente ou insatisfeitos com um produto ou serviço.
  5. Antecipar tendências – O monitoramento da mídia social é uma ótima maneira de ganhar uma vantagem competitiva. Também é valioso para o planejamento de movimentos futuros, seja no marketing ou em processos internos. Descobrir tendências hoje pode fazer toda a diferença amanhã.
  6. Identificar influenciadores – A rede que se forma em torno de um influenciador ajuda a difundir uma opinião sobre uma marca mais rapidamente, e sua opinião potencialmente tem um maior peso. Muitas vezes, um post de um influenciador aparece com destaque nos resultados de pesquisa do Google, afetando assim os pontos de vista de um maior número de clientes em potencial. Saber quem são esses influenciadores e quais são as opiniões sobre sua marca ajudam a determinar que medidas devem ser tomadas.
  7. Gerenciar crises – Quando se sabe o que atingiu o ventilador, surge a oportunidade de reagir imediatamente. Por isso, o  monitoramento em tempo real das mídias sociais é tão importante. Muito antes de uma notícia chegar aos meios tradicionais, ela já está fazendo o seu caminho através da mídia social.
  8. ROI – Enquanto uma métrica universal ainda não tenha sido estabelecida, há ainda uma série de formas eficazes de medir o ROI e engajamento em geral. Veja as menções sobre sua marca, antes, durante e depois de uma campanha. Isole palavras positivas associadas com uma determinada marca e mensure o número de vezes que foram utilizadas durante um período de tempo. Alternativamente, você pode classificar todas as conversas como positivas, negativas ou neutras e adicionar tags a elas.
  9. Auditoria – A marca é o que dizem e não o que o marketing determina, e já há algum tempo não é completamente controlada pela corporação. Ao analisar a mídia social, uma empresa ou agência pode identificar o sentimento em relação a uma marca, determinar quais palavras são comumente associadas a ela, descobrir quais sites são defensores e quais elementos de mídias sociais contêm mais discussão. Ao isolar sites que estão a discutir sobre sua marca ou a marca de um concorrente, a auditoria pode ajudar a identificar oportunidades de colocação de anúncios para atingir um público mais valioso e mais engajado.
  10. O rastro – Com tantos sites de mídia social no mercado, as conversas muitas vezes se dispersam. Uma discussão pode começar dentro de um canal e pular rapidamente para outro tornando-se bastante difícil de rastrear. Ferramentas avançadas para o monitoramento de mídias sociais permitem colocar tudo um só lugar e facilitam a análise dessas conversas.

Fonte: Reuel Lopes

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