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Será que você realmente não está nas mídias sociais?


Se você acha que não está presente nas mídias sociais porque sua empresa não tem um canal no Youtube ou um perfil no Twitter ou Facebook, está redondamente enganado!

Muito provavelmente, seu nome está circulando pela internet e o pior: você não tem idéia do que estão falando!

Vou contar um caso de insucesso que aconteceu com uma empresa norte-americana de cadeados chamada Kryptonite.

A Kryptonite é uma empresa especialista em cadeados que perdeu milhares de dólares porque, certa vez, alguém falou em um fórum que era possível abrir um de seus cadeados mais caros (no valor de US$ 100,00) com apenas uma caneta BIC.

Como não houve monitoramento de marca, a notícia foi se espalhando em outros fóruns e blogs até que alguém resolveu comprovar se era verdade: gravou um vídeo tentando abrir o cadeado com a caneta, e conseguiu.

Resultado: o vídeo foi publicado no Youtube, obteve milhares de visualizações, a empresa teve que retirar os cadeados do mercado e, de acordo com uma pesquisa feita pela CNN, para recuperar a credibilidade, a marca gastaria dezenas de milhares de dólares. Isso tudo porque não houve monitoramento.

 

E aí, será MESMO que sua empresa não está na Web?

Case extraído do livro “A Bíblia do Marketing Digital“, de Cláudio Torres.

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Redes Sociais preferidas pelas empresas

O Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) realizou uma pesquisa sobre a presença e o uso das redes sociais com 251 empresas de médio e grande porte e constatou: 65% dessas empresas já utilizam as redes sociais como ferramentas de comunicação com clientes e prováveis clientes.

Mesmo com muitas empresas aderindo ao uso das redes sociais, elas são vistas como complementares, mas não fundamentais em sua comunicação. O principal motivo é o fato de que nem todos sabem utilizá-las da melhor maneira ou não entendem como isso pode agregar valor ao seu negócio, e seu uso ainda está em fase de testes.

A seguir, um infográfico mostrando como algumas empresas estão lidando com essa novidade.

Fonte: Web é o Canal

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Quem influencia seu público-alvo?

Você pode responder com rapidez e segurança quem é seu público-alvo?

E quem o influencia? Você sabe?

Formadores de opinião são aqueles que ajudam a formar a opinião e que fazem recomendações sobre produtos e idéias para o seu mercado. Eles são as pessoas que estão em posições de autoridade e/ou estima. Como resultado, essas pessoas são extremamente importantes para você e sua empresa.

Vale a pena gastar tempo e energia para descobrir onde seu influenciadores estão. Eles são os donos do poder em sua comunidade.

Construa um relacionamento com as pessoas que influenciam o seu público. Não vá muito rápido, leve o tempo que for necessário. Eles estão  acostumados a ter pessoas pedindo informações. É melhor você construir um relacionamento real com eles do que tentar “forçar a barra”. Fale sobre o que você faz, mostre que seu trabalho é bom e eles vão, naturalmente, se referir ao seu negócio porque você está em sua esfera de influência, porque eles confiam em você.

Leva tempo, mas dá retorno.

Não há nenhuma solução rápida. Há soluções duradouras com resultados significativos.

Fonte: Finding Brand

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ROI em mídias sociais: será que vale a pena?

ROI, em sua definição mais simples, é o retorno sobre investimento (em inglês, Return On Investment ou ROI). É a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento, e o montante de dinheiro investido.

O maior medo dos empresários é investir em algo que não sabem se vai dar retorno, o que é totalmente aceitável, já que ninguém quer perder dinheiro.

Para provar que hoje em dia, internet DÁ LUCRO SIM, a BarnRaisers fez uma lista com 34 cases que deram certo. Dê uma olhada:

  1. AFTER STEAZ: As vendas do chá orgânico dobraram depois que cupons foram disponibilizados para download e compartilhados no Facebook e Twitter, que deflagaram um debate sobre os benefícios dos produtos orgânicos. 250 mil cupons foram baixados e foram registrados 2.830 tweets por hora.
  2. AJ BOMBERS: O proprietário de uma lanchonete, Joe Sorge, usou o Twitter como maître social para construir relacionamentos com 75% dos seus clientes. Um ano depois as vendas haviam aumentado em 60% sem nenhum tostão gasto em mídia tradicional. A AJ BOMBERS também criou o  “dia do Fousquare” o que aumentou as vendas em 110%.
  3. BEST BUY (Twelp Force): um serviço de apoio ao cliente da Best Buy que já disponibilizou mais de 32.000 respostas aos consumidores – tem cerca de 30.000 seguidores no Twitter.
  4. BLENDTEC: Depois dos vídeos virais no YouTube, as vendas da empresa aumentaram 700%.
  5. BURBERRY: Através do microsite social “Art of trench” a marca de artigos de luxo atingiu mais de 7,5 milhões de visualizações em 150 países, 5 milhões de minutos gastos no site, 1 milhão de fãs no Facebook e um aumento de 10% das vendas em algumas de suas lojas.
  6. CADBURY: Mais de 22.000 fãs da marca (isso em 2009) pediram a volta da tradicional barra de chocolate Cadbury Wispa no Facebook. 40 milhões de barrinhas foram relançadas e vendidas em 18 semanas, uma médias de 4 por segundo.
  7. CISCO: A empresa economizou 100.000 dólares no lançamento do seu novo roteador. 9.000 pessoas participaram do evento de lançamento nas mídias sociais, o produto obteve mais de 1.000 postagens em blogs, alcançando 40 milhões de impressões online.
  8. CLOROX: A empresa lançou a comunidade online CloroxClassrooms.com, juntamente com um blog e esforços no Twitter, no feriado do Dia do Trabalho no início do ano letivo. A marca transitou por todo o feriado entre os trendings topics no Twitter.
  9. COFFEE GROUNDZ: Usaram o Twitter como um canal direto de vendas entre a empresa e seus clientes. A empresa relatou aumento de 20% a 30% nas vendas através do Twitter.
  10. DELL: Usou o Twitter para criar o  “Dell Outlet” e anagriou $3 milhões em receita no período de um ano através de tweets.
  11. DUNKINS DONUTS: A Dunkin’ Donuts criou o concurso “Create Dunkin’s Next Donut” para colocar um novo sabor de rosquinha em sua linha de produtos, o concurso foi um enorme sucesso, gerando mais de 130.000 sugestões e 174 mil votos. O vencedor levou 12 mil dólares e um suprimento de 1 ano de rosquinhas.
  12. IKEA: Para inaugurar uma loja em Malmö, na Suécia, foi criado um perfil para o gerente da loja (Gordon Gustavsson) com fotos de showroom oferecidos pela marca. Usando com sabedoria a função mais popular da mídia social em questão, o perfil lançou a seguinte promoção: quem fizesse primeiro uma tag na foto de um showroom com o seu nome, ganhava o produto da loja. Através de recomendações e conversas sobre a marca em todo mundo a empresa registrou aumento considerável nas vendas.
  13. INDIUM: Uma empresa que fabrica aços especiais não é nada convidativa, nem é conveniente que 14 de seus engenheiros iniciem blogs. Mas é exatamente o que fez a empresa. Isso gerou um aumento em leads, prospects, conversas e vendas de dois dígitos.
  14. JETBLUE: Criaram uma conta no Twitter para ter um relacionamento mais direto com os clientes – ouvir e responder como eles poderiam atendê-los melhor e lidar diretamente com as suas reclamações. Eles agora têm mais de 1,5 milhões de seguidores.
  15. KOGI: Um Food Truck que serve churrasco coreano em Los Angeles, usou o Twitter para deixar os clientes saberem onde o caminhão estava e quando ele estaria em sua vizinhança. Eles têm mais de 65.000 seguidores e 300 a 800 clientes cada vez que o caminhão é estacionado.
  16. LIVESTRONG: Levantou 10,8 milhões de dólares em sua luta contra o cancer, que ocorreu por meio de canais de mídia social com um blog que funcionou como hub. Isso ocorreu em 2009, em meio a uma recessão profunda, que foi particularmente difícil para as organizações sem fins lucrativos.
  17. PIZZA HUT: Seu app para iPhone app representa 50% das encomendas de pizza e gerou US $ 1.000.000 em receitas.
  18. VIRGIN AMERICA: Usou o “promoted tweets” para gerar valor aos seus clientes. A empresa já está vendo 300-500 tweets em voo por dia, com algo entre 6% a 15% dos viajantes conectados em Wi-Fi durante os vôos.
  19. PROCTER & GAMBLE: O Beinggirl.com não é uma comunidade sobre absorventes internos, é um site que trata de tudo que as meninas vivenciam. Falar a linguagem dos adolescentes e se engajar em conversas com zero de venda – é assim a que P&G anuncia absorventes de forma sutil. Um grande exemplo destacando a importância da compreensão do público antes de lançar uma campanha de mídia social.  A comunidade superou os canais tradicionais com ROI de 4 para 1. Beinggirl.com foi ampliada para 21 países.
  20. COCA-COLA: Em apenas 24 horas a coca cola obteve 86 milhões de impressões e uma taxa de participação de 6% com seu primeiro “promoted tweet”.

Fontes: MídiasSociais, BarnRaisers e Wikipedia

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A Revolução Silenciosa

Você já deve ter percebido que está rolando uma revolução silenciosa nervosa nas empresas. Tudo está na web e quem estiver fora disso, está fora do mercado.

O vídeo abaixo mostra o trabalho de monitoramento das mídias sociais feito pelo “Mission Control” da Gatorade.

Confira…

Impressionante, certo?

Uma Central de Inteligência cheia de computadores e pessoas monitorando 24×7 tudo que rola na internet sobre a sua marca.

Realidade ou Fantasia para a sua empresa?

Provavelmente fantasia, certo?

Estamos falando aqui de um mundo completamente novo para muitos de nós.

Para atingir esse nirvana, as empresas precisam da aprovação da liderança da empresa – liderança essa que não entende patavinas do que rola no vídeo -, um mix de pessoas envolvidas, que vão do departamento de marketing, propaganda, vendas, suporte técnico, atendimento ao cliente, tecnologia entre outros, ferramentas completamente diferentes das ferramentas tradicionais (office, windows yadda yadda yaddda), e ainda, tempo, dinheiro e boa vontade de todos os envolvidos para fazer algo assim acontecer.

É claro que o olho-a-olho ainda será necessário para algumas coisas, mas a grande verdade é que para a grande maioria das atividades do nosso dia-a-dia, podemos resolver via chats, mídias sociais e emails.

Jason Fried, da 37Signals – empresa produtora de software – incentiva os seus funcionários a usarem o messenger para conversar mesmo quando sentados muito próximos uns dos outros.

“Se um funcionário chama outro funcionário para conversar, é porque está precisando de alguma informação para passar para frente. Se o funcionário recebe essa informação por escrito, ele já passa para o formato que precisa e toca o pau. Além disso, temos tantos colegas usando os canais digitais, que o fato de termos dois funcionários falando em voz alta pode atrapalhar a todos. Enfim, por que fazer alguém reescrever algo que ouviu, se pode reproduzir mais facilmente algo que recebeu por escrito?”.

Se estamos próximos do fim dos call centers tradicionais eu não sei, mas definitivamente o departamento de suporte técnico, marketing, atendimento a clientes, ou vendas, precisa de um novo perfil de profissional; um profissional capaz de acompanhar a internet, responder online a questões que pipocam na rede, saber escrever com clareza, e processar a informação que aparecer seja ela qual for.

Nós estamos falando de um futuro sem volta.

A revolução silenciosa, inclusive, tem um custo menor para as empresas. No telefone o profissional só consegue falar com uma pessoa de cada vez, no chat o atendente consegue falar com várias pessoas ao mesmo tempo sem cair a qualidade do atendimento.

Nunca mais teremos que perder tempo explicando quem nós somos. Tudo vai estar lá na web, monitorado e integrado, por sistemas como esse.

Enfim, a Revolução Silenciosa veio para ficar, e mudar tudo que conhecemos sobre relacionamento com clientes.

Nem pense em ficar por fora.

Fonte: Biz Evolution

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Qual o valor das redes sociais para a área de RH?

A Tecnologia da Informação já comprovou que veio para ficar e atender aos mais variados segmentos profissionais. Como a tendência não poderia ser diferente, os profissionais que atuam na área de RH viram-se estimulados a acompanhar as tendências do mercado. Dentre os recursos que chegaram à realidade corporativa encontram-se as chamadas mídias sociais.

Mas, por que as redes sociais conquistaram esse espaço? Confira algumas das razões que levam a área de RH a utilizar cada vez mais os benefícios tecnológicos.

1 – Ampliação e fortalecimento do network – rede de relacionamentos. Um profissional não pode ficar isolado acreditando que é auto-suficiente: ele deve ter vínculo com outros profissionais para fortalecer seu conhecimento.

2 – Quem recorre às redes sociais tem acesso a informações, novidades relacionadas ao negócio da empresa numa velocidade cada vez mais rápida. Isso é imprescindível para quem quer manter-se atualizado e não ficar para trás.

3 – A troca de informações com outros profissionais da área é um benefício valioso para quem recorre à utilização das redes sociais. Vale lembrar que com a correria proporcionada pela globalização, muitas vezes os profissionais não tem oportunidade para se encontrarem pessoalmente.

4 – A disseminação do conhecimento através da participação em grupos de intercâmbio virtuais, tornou-se um diferencial significativo tanto para receber informações, repassar dados importantes para outros profissionais quanto para conhecer cases corporativos sejam esses considerados um sucesso ou mesmo um fracasso.

5 – Agilidade em procedimentos rotineiros como os de recrutamento de seleção. Hoje, os selecionadores podem divulgar vagas, solicitar currículos e alcançar um público-alvo mais indicado para a vaga que precisa ser preenchida de maneira mais rápida e totalmente virtual.

6 – O feedback diante das necessidades organizacionais pode ser imediato, pois as redes sociais possibilitam uma resposta rápida para profissionais que precisam realizar pesquisas relacionadas a temas relevantes como, por exemplo, as últimas tendências sobre remuneração, benefícios flexíveis, entre outras.

7 – Visibilidade do profissional para mercado e, consequentemente, aumento da empregabilidade, pois que utiliza bem as redes sociais sai do anonimato.

8 – Baixo investimento e facilidade para se conectar com o mundo que está além dos portões das organizações.

9 – Através das redes sociais, os profissionais que atuam na área de RH abrem espaço para que as empresas tornem-se transparentes e aumentem as chances de atrair novos talentos.

10 – Graças ao uso das redes sociais, os profissionais podem estreitar o relacionamento com a sociedade. Esse fato é muito importante e deve ser visto com muita seriedade, principalmente pelas companhias que desejam intensificar ações socialmente responsáveis.

Fonte: RH.com.br

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106 livros sobre mídias sociais, comunicação e web para download

Que tal aproveitar o fim de semana para ler um pouco?

O Blog Mídia8! fez uma seleção de e-books gratuitos sobre comunicação, mídias sociais e web. E o melhor: totalmente 0800/free/grátis!

Confira:

Português:

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)
04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
07. Televisão e realidade (Itania Gomes)
08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)
09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)
11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)
13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)
17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)
30. Retória e mediação II (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)
32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)
34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)
35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)
36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)
37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)
40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)
41. Comunicação e poder (org. João Correia)
42. Comunicação e política (org. João Correia)
43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)
44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)
45. Jornalismo e espaço público (João Correia)
50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)
52. Onipresente (Ricardo Cavallini)

Inglês:

01. The new rules os viral marketing (David Meerman Scott)
02. Podcast marketing ebook (Christopher Penn)
03. Social web analytics (Social Web Analytics)
04. Masters of marketing (Starup Internet Marketing)
05. Get viral ger visitors (Stacie MAhoe)
07. The zen of blogging (Hunter Nutall)
08. A primer in social media (Smash Lab)
09. SEO for WordPress blogs (Blizzard Internet)
11. The word of mouth manual – vol. II (Dave Balter)
13. Social media: your organisation and web 2.0 (Trevor Cook e Lee Hopkins)
15. The impact of digital on journalism in Latin America (Guillermo Franco)
16. What matters now (Seth Godin)
17. Red kayaks and hidden gold: citizen journalism (John Kelly)
18. Science and the media (Donald Kennedy e Overholser Ginebra)
19. New media makers (Jan Schaffer´s)

Espanhol:

02. Marketing e comunicación (José Sixto García)
04. Herramientas digitales para periodistas (Sandra Crucianelli)
07. El impacto de las tec. digitales en el periodismo en AL (Guillemro Franco)
08. Inteligencia colectiva (Pierre Lévy)
09. Predicciones para los Social Media 2010 (Marc Cortés)
10. Geekonomía (Hugo Pardo)
11. Manual de periodismo independiente (Deborah Potter)
12. La revolución de la prensa digital (Cuadernos de Comunicación Evoca)
13. Dictadura del diseño (Carlos Carpintero)
14. Quiénes son los YouTubers? (Estudio de usuarios)
15. Comunidades online 2009 (Miguel Cornejo)
16. El modelo de la nueva agencia (diversos autores)
17. Web 2.0 (Antonio Fumero)
18. Más allá de Google (Jorge Juan Fernández)
19. Necesidades de formación para medios digitales (Guillermo Franco)
20. Crónicas argentinas (Juan Pablo Menezes)
21. Nosotros, el medio (Chris Willis e Shayne Bowman)
22. Cómo escribir para la web (Guillermo Franco)
23. Claves del nuevo marketing 2.0 (diversos autores)
24. Lan gran guía de los blogs (Francisco Polo)
25. Periodismo 2.0 (Mark Briggs)
26. Valores y criterios de la BBC (BBC)
27. Glosario básico de internet (Rafael Fernández Calvo)
28. Branding corporativo (Paul Capriotti Peri)
29. Los desafíos del periodismo (Media Matters)
30. 100 BM digital tips (Burson-Marsteller)
31. Comunicación local y nuevos formatos periodísticos en internet
32. La sociedad de control (Jose Alcántara)
33. Publicidad 2.0 (Paúl Been)
34. Software libre (Jordi Hernàndez)
35. Movilidad en la Pyme (José Colvée)

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