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Redes Sociais preferidas pelas empresas

O Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) realizou uma pesquisa sobre a presença e o uso das redes sociais com 251 empresas de médio e grande porte e constatou: 65% dessas empresas já utilizam as redes sociais como ferramentas de comunicação com clientes e prováveis clientes.

Mesmo com muitas empresas aderindo ao uso das redes sociais, elas são vistas como complementares, mas não fundamentais em sua comunicação. O principal motivo é o fato de que nem todos sabem utilizá-las da melhor maneira ou não entendem como isso pode agregar valor ao seu negócio, e seu uso ainda está em fase de testes.

A seguir, um infográfico mostrando como algumas empresas estão lidando com essa novidade.

Fonte: Web é o Canal

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Proibir o uso de redes sociais NÃO é o melhor caminho!

Muitas empresas restringem o uso de redes sociais em local de trabalho por medo de que informações confidenciais sejam divulgadas. Além disso, já houve casos em que um funcionário de determinada empresa criticou sua metodologia e a colocou em uma situação bem delicada.

Eu, por exemplo, já presenciei um caso semelhante. Meu pai contratou uma empresa telefônica para oferecer alguns serviços e, para garantir, anotou o número telefônico do funcionário que fechou o contrato em nome da empresa. O serviço não foi prestado como o acordado e meu pai ligou para o funcionário a fim de obter satisfação. O funcionário disse apenas o seguinte “a empresa X é picareta e não presta. Eles prometem e não cumprem, por isso pedi demissão. Você está com dúvidas? Problema seu! Eles nunca vão ajudar!”.

Imagine a situação em que meu pai ficou ao ouvir isso de um funcionário! Tudo bem que a pessoa havia pedido demissão, mas era o único contato direto que meu pai tinha com a empresa.

Toda a credibilidade e confiança conquistadas em anos de serviço foram perdidas em um momento telefônico. Agora, imagine se isso tivesse acontecido em alguma mídia social? Imagine se esse funcionário controlasse o Twitter da empresa? Milhares de seguidores perderiam, pelo menos, parte da confiança.

Não estou contando essa história para que você desista de implementar o uso de mídias sociais em sua empresa. Como dito em um post anterior, é inevitável que ela seja comentada na internet. Então é melhor saber o que estão falando.

As empresas devem, portanto, orientar seus profissionais quanto ao usocorreto de mídias sociais.

Proibir o acesso às redes sociais pode abalar a competitividade da empresa e até mesmo sua capacidade de conquistar e reter novos profissionais. Até mesmo as agências de publicidade estão criando setores online para atender totalmente às demandas de seus clientes.

“A troca de informações entre profissionais internos com outras empresas e com os clientes é um benefício muito rico que foi potencializado pela mídias sociais”, afirma Pedro Guimarães, diretor-comercial da consultoria de recursos humanos Manpower.

A maioria das pessoas não gosta de ligar para empresas, afinal, a grande falha da telefonia brasileira é a comunicação por meio telefônico. Pode-se reclamar pelo Twitter, Facebook, blogs ou e-mails sem ter que ouvir uma musiquinha chata tocando enquanto se espera para ser atendido. As pessoas que sabem disso, vão utilizar essa ferramenta (para reclamar, falar bem ou mal).

E atenção: quase todo mundo está sabendo. E falta pouco pra contar a quem não sabe.

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Redes Sociais Corporativas na América Latina 2010

Enquanto que a presença de empresas latinas nas redes sociais não é tão forte quanto no resto do mundo, as empresas que de fato engajadas são bastante ativas. Quase metade (49%) das empresas latinoamericanas pesquisadas está presente em pelo menos uma rede social, índice similar ao da Ásia Pacífico (50%), mas significantemente menor do que nos Estados Unidos (86%) e Europa (88%). Contudo, o nível de atividade nas empresas engajadas é praticamente o mesmo: no Twitter, empresas latinoamericanas postam em média 26 frases por semana, sendo que a média global é de 27 posts no mesmo período.

Empresas latinoamericanas estão perdendo uma grande oportunidade ficando fora das redes sociais, arriscando até suas reputações ao não monitorar o que usuários do Twitter estão falando.

O verdadeiro alerta para essas empresas estabelecerem canais nas redes sociais foi o número de colaboradores que queriam conectar-se a elas.

Veja o que pode ser feito para começar essa conexão:

1) Monitore o que estão falando sobre sua empresa. Pelo menos uma vez ao dia, um funcionário destacado para isso pode checar o Twitter, Google Blog Search e quaisquer outras redes sociais populares em seu país. Isso pode ajudar a acompanhar qualquer comentário negativo que possa causar mais dano à marca e à reputação, além de dar a oportunidade de construir um relacionamento com advogados da marca.

2) Esteja presente em pelo menos uma rede social, construindo uma página oficial que ligue ao site corporativo. Por exemplo, você pode criar uma conta de Twitter e designar uma pessoa a gerenciar e twittar pelo menos duas vezes por semana. Os posts podem ser notícias sobre a empresa, mas você também pode responder questões de seus seguidores referentes ao mercado e mostrar proatividade. Aprenda mais sobre seus seguidores e assim, entenda os critérios que os levaram a seguir sua empresa.

Via Radar Digital

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Como os executivos usam as mídias sociais?

Os executivos estão presos em seus trabalhos. Crises econômicas, regulamentações da indústria em constante mutação,  informações aceleradas e simples tarefas de gestão do dia-a-dia não os permitem parar durante o dia.Por isso eles estão se voltando cada vez mais às redes sociais: para se conectar com o mundo.

De acordo com The Society for New Communication Research (SFNCR), 92% dos executivos são usuários do LinkedIn, 51% do Facebook, e 41% do Twitter. Ainda mais interessante é que 76% verificam esses sites pelo menos uma vez por dia, demonstrando que, apesar de suas inúmeras ocupações, eles querem estar em contato com seu pessoal e desejam saber o que estão fazendo.

Ironicamente, o mesmo tipos de rede social utilizado pelos executivos para compreender o trabalho do empregado pode atrapalhar. De acordo com Erik Qualman do Socialnomics.com, executivos proíbem redes sociais nas empresas por três principais razões:

  1. Controle: qualquer meio de comunicação social é aberto e, portanto, pode emitir qualquer tipo de informação, seja ela boa ou ruim sobre sua empresa.
  2. Falta de compreensão: alguns executivos simplesmente não têm tempo para entender como certos funcionários se encaixam em uma hierarquia de comunicação.
  3. O medo de um “modismo:” Sem uma visão clara do rumo futuro das mídias sociais e como ela pode ser utilizada de forma estratégica e sustentável em benefício da empresa, os executivos optam por não fornecer energia para essas “águas desconhecidas”.

O que está claro é que até mesmo os executivos mais ocupados desejam uma comunicação aberta com seus empregados; mas não podem correr risco de desempenho. A inserção de altos executivos de consumo nas redes sociais indica uma crescente aceitação, porém há muitos obstáculos internos que as redes sociais deve ultrapassar antes de serem totalmente aceitos pelos executivos. Para cada empresa, explorar suas opções é fundamental para avaliar o impacto de uma ferramenta social sobre a cultura, produtividade e a paz de espírito de executivos ocupados. A mudança para uma comunicação aberta e rápida é clara, mas você, empresário, tem liderança suficiente para abrir as portas para uma economia mais livre de informação?

Fonte: Socialcast

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