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Redes Sociais preferidas pelas empresas

O Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) realizou uma pesquisa sobre a presença e o uso das redes sociais com 251 empresas de médio e grande porte e constatou: 65% dessas empresas já utilizam as redes sociais como ferramentas de comunicação com clientes e prováveis clientes.

Mesmo com muitas empresas aderindo ao uso das redes sociais, elas são vistas como complementares, mas não fundamentais em sua comunicação. O principal motivo é o fato de que nem todos sabem utilizá-las da melhor maneira ou não entendem como isso pode agregar valor ao seu negócio, e seu uso ainda está em fase de testes.

A seguir, um infográfico mostrando como algumas empresas estão lidando com essa novidade.

Fonte: Web é o Canal

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Como os executivos usam as mídias sociais?

Os executivos estão presos em seus trabalhos. Crises econômicas, regulamentações da indústria em constante mutação,  informações aceleradas e simples tarefas de gestão do dia-a-dia não os permitem parar durante o dia.Por isso eles estão se voltando cada vez mais às redes sociais: para se conectar com o mundo.

De acordo com The Society for New Communication Research (SFNCR), 92% dos executivos são usuários do LinkedIn, 51% do Facebook, e 41% do Twitter. Ainda mais interessante é que 76% verificam esses sites pelo menos uma vez por dia, demonstrando que, apesar de suas inúmeras ocupações, eles querem estar em contato com seu pessoal e desejam saber o que estão fazendo.

Ironicamente, o mesmo tipos de rede social utilizado pelos executivos para compreender o trabalho do empregado pode atrapalhar. De acordo com Erik Qualman do Socialnomics.com, executivos proíbem redes sociais nas empresas por três principais razões:

  1. Controle: qualquer meio de comunicação social é aberto e, portanto, pode emitir qualquer tipo de informação, seja ela boa ou ruim sobre sua empresa.
  2. Falta de compreensão: alguns executivos simplesmente não têm tempo para entender como certos funcionários se encaixam em uma hierarquia de comunicação.
  3. O medo de um “modismo:” Sem uma visão clara do rumo futuro das mídias sociais e como ela pode ser utilizada de forma estratégica e sustentável em benefício da empresa, os executivos optam por não fornecer energia para essas “águas desconhecidas”.

O que está claro é que até mesmo os executivos mais ocupados desejam uma comunicação aberta com seus empregados; mas não podem correr risco de desempenho. A inserção de altos executivos de consumo nas redes sociais indica uma crescente aceitação, porém há muitos obstáculos internos que as redes sociais deve ultrapassar antes de serem totalmente aceitos pelos executivos. Para cada empresa, explorar suas opções é fundamental para avaliar o impacto de uma ferramenta social sobre a cultura, produtividade e a paz de espírito de executivos ocupados. A mudança para uma comunicação aberta e rápida é clara, mas você, empresário, tem liderança suficiente para abrir as portas para uma economia mais livre de informação?

Fonte: Socialcast

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