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Lotus Connections 3.0: um facilitador para empresas

A IBM lançou o Lotus Connections 3.0, um software corporativo social que dá às empresas e organizações capacidades avançadas de análise para que os funcionários tenham rápido acesso a pessoas e informações, aprimorando a colaboração e tornando mais eficiente o trabalho.

A IBM diz que está respondendo a um aumento significativo na demanda do consumidor por recursos de rede social ao lançar novos serviços globais para ajudar empresas a compreender como a mídias social está sendo utilizada hoje e como ela pode se encaixar melhor em seu negócio.

O Lotus Connections 3.0 facilita a imersão das empresas na era da colaboração, ajudando os usuários a se conectar mais facilmente, criar comunidades globais, e encontrar informações e recursos. O Lotus Connections 3.0 inclui ferramentas de comunidades, fóruns, wikis, blogs, analytics e também são dadas recomendações de conteúdo com base nas ações de usuários.

Fonte: Escave as Mídias Sociais

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Quem faz o que nas mídias sociais?

Os dados desse infográfico divulgado pela Business Week se referem ao mercado dos EUA. Mesmo assim, possui informações bem interessantes sobre o que as pessoas estão fazendo na internet.

Chegaram às seguintes conclusões:

  • 70% das pessoas com mais de 62 anos estão online, mas não participam de nenhuma rede social;
  • 59% dos jovens entre 18 e 21 anos e praticamente metade dos adolescentes e da geração Y são apenas espectadores de blogs, podcasts e canais de vídeos;
  • 37% dos internautas com mais de 18 anos fazem comentários em blogs e postam críticas e reviews na web;
  • 34% dos adolescentes entre 12 e 17 anos e 30% da geração Y publicam conteúdo na internet.


Fonte: Espiral Interativa

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Internet vai ultrapassar a marca de 2 bilhões de usuários neste ano, segundo a ONU

A internet vai passar a marca de 2 bilhões de usuários antes do final de 2010 segundo um relatório da UIT (União Internacional das Telecomunicações). Cerca de 30% da população mundial estará online, se considerada uma população global de 6,9 bilhões de pessoas.

A UIT projeta que em 2010 o mundo terá 226 milhões de novos usuários na internet, 162 milhões deles oriundos de países em desenvolvimento.

Até o final de 2010, 71% da população dos países desenvolvidos estará online, enquanto nos países subdesenvolvidos esse índice é de 21%. Regionalmente, 64% da população online está na Europa, 55% nas Américas, 21,9% na Ásia e apenas 9,6% na África.

A UIT , a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para tecnologias de comunicação e informação, aponta a banda larga e o acesso público à internet como fatores importantes que podem aumentar a população online em países em desenvolvimento.

“Banda larga é o próximo ponto de inflexão, a tecnologia verdadeiramente com poder de transformação. Ela pode gerar empregos, direcionar o crescimento e produtividade, além de sustentar a competitividade econômica a longo prazo”, afirmou Hamadoun Touré, secretário-geral da UIT.

Fonte: clickweb

 

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América Latina celebra crescimento de uso de internet e redes sociais

A América Latina continuará crescendo em um ritmo acelerado no uso da internet por sua capacidade de absorver as novas tecnologias e pelo atrativo de redes sociais como Facebook e Twitter.

Vários especialistas que assistem à conferência “The Festival of Media LATAM 2010”, que termina nesta terça-feira em Miami, disseram que os países latino-americanos são um exemplo de criatividade no uso dos meios digitais, embora a televisão continue sendo relevante.

O diretor-geral do Google para a América Latina, Alexandre Hohagen, previu que sua empresa duplique em dois anos suas receitas na região.

“Nossa visão é de otimismo. A América Latina continuará sendo a região que mais crescerá no mundo” no uso da internet, tanto pelo acesso por computadores quanto por telefones celulares, disse Hohagen.

O diretor-geral do Google para a região previu que o faturamento de publicidade nos veículos online representará em 2013 13% dos US$ 25 bilhões atuais, ou seja, terá quadruplicado em três anos.

O Google considera que a América Latina oferece grandes oportunidades de crescimento, embora seja necessário um trabalho de informação e educação muito forte entre as empresas para que entendam a dimensão do uso dos serviços online.

“Curiosamente, o usuário latino-americano está hoje mais avançado que as empresas no uso da internet”, acrescentou.

Além disso, o Facebook e o Twitter são bem aceitos na região, pela própria personalidade dos latino-americanos, que gostam de compartilhar e socializar o máximo possível.

Empresas como Unilever e Diageo expuseram como suas campanhas de publicidade e marketing foram adaptadas para aproveitar a atração e impacto do Facebook e do Twitter.

“Já não basta entreter na difusão de uma mensagem. O entretenimento tem que proporcionar uma verdadeira comunicação com o consumidor”, disse Enrique Tron, diretor de comunicação da Unilever no México.

Além dele, o vice-presidente de marketing da Diageo, Venky Balakrishnan, também expôs as inovadoras campanhas de publicidade desenvolvidas por sua empresa, que utiliza as redes sociais para atrair a participação de consumidores.

A integração de meios de comunicação nas campanhas de publicidade é uma das tendências dos departamentos de marketing, pois geram ideias muito criativas, segundo Roberto Martini, presidente e fundador da agência CUBOCC.

Os representantes brasileiros destacaram como o uso das redes sociais disparou, tornando o Brasil o segundo país do mundo – atrás apenas dos Estados Unidos -, onde mais se enviam mensagens através do Twitter.

Apesar de reconhecer o poder das redes sociais, o presidente e diretor-geral da TV Azteca, Mario San Román, destacou que a televisão continuará sendo um meio essencial “sempre que fornecer conteúdos relevantes”.

Ele ressaltou que a televisão será o meio ideal onde podem convergir os serviços online, pois em países como o México “ela representa os valores de uma sociedade tradicional”.

O presidente da TV Azteca destacou as iniciativas de sua empresa para que a televisão continue no centro das atividades familiares não só para o entretenimento, mas também para a compra e a interatividade entre o consumidor e os fabricantes.

No entanto, Juan Saldívar, diretor-geral da Televisa Interactive Media, defendeu a ideia de que internet está destinada a ser o meio integrador de todos os demais, embora “as pessoas não deixarão de ver televisão”.

“A internet está crescendo muito mais que os outros meios e o uso dos celulares é um novo fenômeno”, afirmou.

Segundo ele, o “desafio” é saber “como manter a atenção quando qualquer consumidor se encontra diante da televisão com dois ou três meios de comunicação diferentes” como seu computador, celular ou um iPad.

Dica: @blogblogs
Fonte: Terra

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Netiqueta: bons modos na internet

Todo mundo conhece a Wikipedia, famosa enciclopédia colaborativa digital.
Enfrentando críticas e desafios, tem-se mostrado muito eficaz quando se trata de “início de conversa”, ou seja: muitos recomendam a enciclopédia para dar um direcionamento e uma visão ampla de alguma pesquisa, mas nunca pode ser considerada um fim, uma vez que não possui profissionais para revisar tudo o que postam.

Contudo, este post não é sobre a Wikipedia ou sobre enciclopédias colaborativas e a ascensão da web 2.0. É que encontrei algo muito interessante navegando por aqui: a Netiqueta, ou seja, a etiqueta na internet.

Com várias dicas, ela ensina como ser uma pessoa educada no mundo virtual regras básicas que, teoricamente, todo mundo já sabe, tais como:

– EVITE O USO ABUSIVO DE LETRAS MAIÚSCULAS.
– Não exagere em cores e tamanhos de fontes diferentes.
– Não seja mal-educado nem trate as pessoas com palavrões. Se alguém falar assim com você, ignore.
– Não precisa escrever da maneira mais correta do Português segundo a nova Ortografia, mas não se esqueça das pontuações: elas podem mudar todo o sentido das frases.
– Evite o uso de muitos emoticons. Eles são fofos, mas podem atrapalhar caso sejam usados em excesso.

Legal, né?

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Brasil é um dos países mais preocupados com segurança na internet

Estudo realizado pela Unisys revelou que o Brasil é o segundo país mais preocupado com segurança na internet, perdendo apenas para a Alemanha.

Percebendo que hackers poderiam “fazer” dinheiro com a internet, o governo brasileiro viu que não poderia continuar como estava e acabou investindo mais na segurança.

Leia mais aqui: http://twurl.nl/wr05sf

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