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Empresas devem priorizar plataformas como o YouTube, diz gerente da Coca-Cola

Cada vez mais empresas têm utilizado plataformas de redes sociais como Facebook e YouTube no lugar de tradicionais hotsites. A Coca-Cola tem feito uso dessa estratégia nos seus últimos cases, como explicou Sérgio Vieira, gerente de marketing da Coca-Cola.

A nova campanha da Coca-Cola que estreia em novembro usará um aplicativo no Facebook. “Também teremos um game que possibilitará que os usuários possam compartilhar experiências”, diz Vieira.
Sérgio  ainda comentou  que as marcas precisam criar empatia com seus fãs/seguidores, aproximando-se através das redes. “Nós trocamos advogados por consumidores defendendo a marca nas mídias sociais”, disse. A Coca-Cola é a marca que mais tem fãs no Facebook.

Fonte: JC Online – grifos meus.

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ROI em mídias sociais: será que vale a pena?

ROI, em sua definição mais simples, é o retorno sobre investimento (em inglês, Return On Investment ou ROI). É a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento, e o montante de dinheiro investido.

O maior medo dos empresários é investir em algo que não sabem se vai dar retorno, o que é totalmente aceitável, já que ninguém quer perder dinheiro.

Para provar que hoje em dia, internet DÁ LUCRO SIM, a BarnRaisers fez uma lista com 34 cases que deram certo. Dê uma olhada:

  1. AFTER STEAZ: As vendas do chá orgânico dobraram depois que cupons foram disponibilizados para download e compartilhados no Facebook e Twitter, que deflagaram um debate sobre os benefícios dos produtos orgânicos. 250 mil cupons foram baixados e foram registrados 2.830 tweets por hora.
  2. AJ BOMBERS: O proprietário de uma lanchonete, Joe Sorge, usou o Twitter como maître social para construir relacionamentos com 75% dos seus clientes. Um ano depois as vendas haviam aumentado em 60% sem nenhum tostão gasto em mídia tradicional. A AJ BOMBERS também criou o  “dia do Fousquare” o que aumentou as vendas em 110%.
  3. BEST BUY (Twelp Force): um serviço de apoio ao cliente da Best Buy que já disponibilizou mais de 32.000 respostas aos consumidores – tem cerca de 30.000 seguidores no Twitter.
  4. BLENDTEC: Depois dos vídeos virais no YouTube, as vendas da empresa aumentaram 700%.
  5. BURBERRY: Através do microsite social “Art of trench” a marca de artigos de luxo atingiu mais de 7,5 milhões de visualizações em 150 países, 5 milhões de minutos gastos no site, 1 milhão de fãs no Facebook e um aumento de 10% das vendas em algumas de suas lojas.
  6. CADBURY: Mais de 22.000 fãs da marca (isso em 2009) pediram a volta da tradicional barra de chocolate Cadbury Wispa no Facebook. 40 milhões de barrinhas foram relançadas e vendidas em 18 semanas, uma médias de 4 por segundo.
  7. CISCO: A empresa economizou 100.000 dólares no lançamento do seu novo roteador. 9.000 pessoas participaram do evento de lançamento nas mídias sociais, o produto obteve mais de 1.000 postagens em blogs, alcançando 40 milhões de impressões online.
  8. CLOROX: A empresa lançou a comunidade online CloroxClassrooms.com, juntamente com um blog e esforços no Twitter, no feriado do Dia do Trabalho no início do ano letivo. A marca transitou por todo o feriado entre os trendings topics no Twitter.
  9. COFFEE GROUNDZ: Usaram o Twitter como um canal direto de vendas entre a empresa e seus clientes. A empresa relatou aumento de 20% a 30% nas vendas através do Twitter.
  10. DELL: Usou o Twitter para criar o  “Dell Outlet” e anagriou $3 milhões em receita no período de um ano através de tweets.
  11. DUNKINS DONUTS: A Dunkin’ Donuts criou o concurso “Create Dunkin’s Next Donut” para colocar um novo sabor de rosquinha em sua linha de produtos, o concurso foi um enorme sucesso, gerando mais de 130.000 sugestões e 174 mil votos. O vencedor levou 12 mil dólares e um suprimento de 1 ano de rosquinhas.
  12. IKEA: Para inaugurar uma loja em Malmö, na Suécia, foi criado um perfil para o gerente da loja (Gordon Gustavsson) com fotos de showroom oferecidos pela marca. Usando com sabedoria a função mais popular da mídia social em questão, o perfil lançou a seguinte promoção: quem fizesse primeiro uma tag na foto de um showroom com o seu nome, ganhava o produto da loja. Através de recomendações e conversas sobre a marca em todo mundo a empresa registrou aumento considerável nas vendas.
  13. INDIUM: Uma empresa que fabrica aços especiais não é nada convidativa, nem é conveniente que 14 de seus engenheiros iniciem blogs. Mas é exatamente o que fez a empresa. Isso gerou um aumento em leads, prospects, conversas e vendas de dois dígitos.
  14. JETBLUE: Criaram uma conta no Twitter para ter um relacionamento mais direto com os clientes – ouvir e responder como eles poderiam atendê-los melhor e lidar diretamente com as suas reclamações. Eles agora têm mais de 1,5 milhões de seguidores.
  15. KOGI: Um Food Truck que serve churrasco coreano em Los Angeles, usou o Twitter para deixar os clientes saberem onde o caminhão estava e quando ele estaria em sua vizinhança. Eles têm mais de 65.000 seguidores e 300 a 800 clientes cada vez que o caminhão é estacionado.
  16. LIVESTRONG: Levantou 10,8 milhões de dólares em sua luta contra o cancer, que ocorreu por meio de canais de mídia social com um blog que funcionou como hub. Isso ocorreu em 2009, em meio a uma recessão profunda, que foi particularmente difícil para as organizações sem fins lucrativos.
  17. PIZZA HUT: Seu app para iPhone app representa 50% das encomendas de pizza e gerou US $ 1.000.000 em receitas.
  18. VIRGIN AMERICA: Usou o “promoted tweets” para gerar valor aos seus clientes. A empresa já está vendo 300-500 tweets em voo por dia, com algo entre 6% a 15% dos viajantes conectados em Wi-Fi durante os vôos.
  19. PROCTER & GAMBLE: O Beinggirl.com não é uma comunidade sobre absorventes internos, é um site que trata de tudo que as meninas vivenciam. Falar a linguagem dos adolescentes e se engajar em conversas com zero de venda – é assim a que P&G anuncia absorventes de forma sutil. Um grande exemplo destacando a importância da compreensão do público antes de lançar uma campanha de mídia social.  A comunidade superou os canais tradicionais com ROI de 4 para 1. Beinggirl.com foi ampliada para 21 países.
  20. COCA-COLA: Em apenas 24 horas a coca cola obteve 86 milhões de impressões e uma taxa de participação de 6% com seu primeiro “promoted tweet”.

Fontes: MídiasSociais, BarnRaisers e Wikipedia

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A Revolução Silenciosa

Você já deve ter percebido que está rolando uma revolução silenciosa nervosa nas empresas. Tudo está na web e quem estiver fora disso, está fora do mercado.

O vídeo abaixo mostra o trabalho de monitoramento das mídias sociais feito pelo “Mission Control” da Gatorade.

Confira…

Impressionante, certo?

Uma Central de Inteligência cheia de computadores e pessoas monitorando 24×7 tudo que rola na internet sobre a sua marca.

Realidade ou Fantasia para a sua empresa?

Provavelmente fantasia, certo?

Estamos falando aqui de um mundo completamente novo para muitos de nós.

Para atingir esse nirvana, as empresas precisam da aprovação da liderança da empresa – liderança essa que não entende patavinas do que rola no vídeo -, um mix de pessoas envolvidas, que vão do departamento de marketing, propaganda, vendas, suporte técnico, atendimento ao cliente, tecnologia entre outros, ferramentas completamente diferentes das ferramentas tradicionais (office, windows yadda yadda yaddda), e ainda, tempo, dinheiro e boa vontade de todos os envolvidos para fazer algo assim acontecer.

É claro que o olho-a-olho ainda será necessário para algumas coisas, mas a grande verdade é que para a grande maioria das atividades do nosso dia-a-dia, podemos resolver via chats, mídias sociais e emails.

Jason Fried, da 37Signals – empresa produtora de software – incentiva os seus funcionários a usarem o messenger para conversar mesmo quando sentados muito próximos uns dos outros.

“Se um funcionário chama outro funcionário para conversar, é porque está precisando de alguma informação para passar para frente. Se o funcionário recebe essa informação por escrito, ele já passa para o formato que precisa e toca o pau. Além disso, temos tantos colegas usando os canais digitais, que o fato de termos dois funcionários falando em voz alta pode atrapalhar a todos. Enfim, por que fazer alguém reescrever algo que ouviu, se pode reproduzir mais facilmente algo que recebeu por escrito?”.

Se estamos próximos do fim dos call centers tradicionais eu não sei, mas definitivamente o departamento de suporte técnico, marketing, atendimento a clientes, ou vendas, precisa de um novo perfil de profissional; um profissional capaz de acompanhar a internet, responder online a questões que pipocam na rede, saber escrever com clareza, e processar a informação que aparecer seja ela qual for.

Nós estamos falando de um futuro sem volta.

A revolução silenciosa, inclusive, tem um custo menor para as empresas. No telefone o profissional só consegue falar com uma pessoa de cada vez, no chat o atendente consegue falar com várias pessoas ao mesmo tempo sem cair a qualidade do atendimento.

Nunca mais teremos que perder tempo explicando quem nós somos. Tudo vai estar lá na web, monitorado e integrado, por sistemas como esse.

Enfim, a Revolução Silenciosa veio para ficar, e mudar tudo que conhecemos sobre relacionamento com clientes.

Nem pense em ficar por fora.

Fonte: Biz Evolution

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Qual o valor das redes sociais para a área de RH?

A Tecnologia da Informação já comprovou que veio para ficar e atender aos mais variados segmentos profissionais. Como a tendência não poderia ser diferente, os profissionais que atuam na área de RH viram-se estimulados a acompanhar as tendências do mercado. Dentre os recursos que chegaram à realidade corporativa encontram-se as chamadas mídias sociais.

Mas, por que as redes sociais conquistaram esse espaço? Confira algumas das razões que levam a área de RH a utilizar cada vez mais os benefícios tecnológicos.

1 – Ampliação e fortalecimento do network – rede de relacionamentos. Um profissional não pode ficar isolado acreditando que é auto-suficiente: ele deve ter vínculo com outros profissionais para fortalecer seu conhecimento.

2 – Quem recorre às redes sociais tem acesso a informações, novidades relacionadas ao negócio da empresa numa velocidade cada vez mais rápida. Isso é imprescindível para quem quer manter-se atualizado e não ficar para trás.

3 – A troca de informações com outros profissionais da área é um benefício valioso para quem recorre à utilização das redes sociais. Vale lembrar que com a correria proporcionada pela globalização, muitas vezes os profissionais não tem oportunidade para se encontrarem pessoalmente.

4 – A disseminação do conhecimento através da participação em grupos de intercâmbio virtuais, tornou-se um diferencial significativo tanto para receber informações, repassar dados importantes para outros profissionais quanto para conhecer cases corporativos sejam esses considerados um sucesso ou mesmo um fracasso.

5 – Agilidade em procedimentos rotineiros como os de recrutamento de seleção. Hoje, os selecionadores podem divulgar vagas, solicitar currículos e alcançar um público-alvo mais indicado para a vaga que precisa ser preenchida de maneira mais rápida e totalmente virtual.

6 – O feedback diante das necessidades organizacionais pode ser imediato, pois as redes sociais possibilitam uma resposta rápida para profissionais que precisam realizar pesquisas relacionadas a temas relevantes como, por exemplo, as últimas tendências sobre remuneração, benefícios flexíveis, entre outras.

7 – Visibilidade do profissional para mercado e, consequentemente, aumento da empregabilidade, pois que utiliza bem as redes sociais sai do anonimato.

8 – Baixo investimento e facilidade para se conectar com o mundo que está além dos portões das organizações.

9 – Através das redes sociais, os profissionais que atuam na área de RH abrem espaço para que as empresas tornem-se transparentes e aumentem as chances de atrair novos talentos.

10 – Graças ao uso das redes sociais, os profissionais podem estreitar o relacionamento com a sociedade. Esse fato é muito importante e deve ser visto com muita seriedade, principalmente pelas companhias que desejam intensificar ações socialmente responsáveis.

Fonte: RH.com.br

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Como os executivos usam as mídias sociais?

Os executivos estão presos em seus trabalhos. Crises econômicas, regulamentações da indústria em constante mutação,  informações aceleradas e simples tarefas de gestão do dia-a-dia não os permitem parar durante o dia.Por isso eles estão se voltando cada vez mais às redes sociais: para se conectar com o mundo.

De acordo com The Society for New Communication Research (SFNCR), 92% dos executivos são usuários do LinkedIn, 51% do Facebook, e 41% do Twitter. Ainda mais interessante é que 76% verificam esses sites pelo menos uma vez por dia, demonstrando que, apesar de suas inúmeras ocupações, eles querem estar em contato com seu pessoal e desejam saber o que estão fazendo.

Ironicamente, o mesmo tipos de rede social utilizado pelos executivos para compreender o trabalho do empregado pode atrapalhar. De acordo com Erik Qualman do Socialnomics.com, executivos proíbem redes sociais nas empresas por três principais razões:

  1. Controle: qualquer meio de comunicação social é aberto e, portanto, pode emitir qualquer tipo de informação, seja ela boa ou ruim sobre sua empresa.
  2. Falta de compreensão: alguns executivos simplesmente não têm tempo para entender como certos funcionários se encaixam em uma hierarquia de comunicação.
  3. O medo de um “modismo:” Sem uma visão clara do rumo futuro das mídias sociais e como ela pode ser utilizada de forma estratégica e sustentável em benefício da empresa, os executivos optam por não fornecer energia para essas “águas desconhecidas”.

O que está claro é que até mesmo os executivos mais ocupados desejam uma comunicação aberta com seus empregados; mas não podem correr risco de desempenho. A inserção de altos executivos de consumo nas redes sociais indica uma crescente aceitação, porém há muitos obstáculos internos que as redes sociais deve ultrapassar antes de serem totalmente aceitos pelos executivos. Para cada empresa, explorar suas opções é fundamental para avaliar o impacto de uma ferramenta social sobre a cultura, produtividade e a paz de espírito de executivos ocupados. A mudança para uma comunicação aberta e rápida é clara, mas você, empresário, tem liderança suficiente para abrir as portas para uma economia mais livre de informação?

Fonte: Socialcast

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