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A Revolução Silenciosa

Você já deve ter percebido que está rolando uma revolução silenciosa nervosa nas empresas. Tudo está na web e quem estiver fora disso, está fora do mercado.

O vídeo abaixo mostra o trabalho de monitoramento das mídias sociais feito pelo “Mission Control” da Gatorade.

Confira…

Impressionante, certo?

Uma Central de Inteligência cheia de computadores e pessoas monitorando 24×7 tudo que rola na internet sobre a sua marca.

Realidade ou Fantasia para a sua empresa?

Provavelmente fantasia, certo?

Estamos falando aqui de um mundo completamente novo para muitos de nós.

Para atingir esse nirvana, as empresas precisam da aprovação da liderança da empresa – liderança essa que não entende patavinas do que rola no vídeo -, um mix de pessoas envolvidas, que vão do departamento de marketing, propaganda, vendas, suporte técnico, atendimento ao cliente, tecnologia entre outros, ferramentas completamente diferentes das ferramentas tradicionais (office, windows yadda yadda yaddda), e ainda, tempo, dinheiro e boa vontade de todos os envolvidos para fazer algo assim acontecer.

É claro que o olho-a-olho ainda será necessário para algumas coisas, mas a grande verdade é que para a grande maioria das atividades do nosso dia-a-dia, podemos resolver via chats, mídias sociais e emails.

Jason Fried, da 37Signals – empresa produtora de software – incentiva os seus funcionários a usarem o messenger para conversar mesmo quando sentados muito próximos uns dos outros.

“Se um funcionário chama outro funcionário para conversar, é porque está precisando de alguma informação para passar para frente. Se o funcionário recebe essa informação por escrito, ele já passa para o formato que precisa e toca o pau. Além disso, temos tantos colegas usando os canais digitais, que o fato de termos dois funcionários falando em voz alta pode atrapalhar a todos. Enfim, por que fazer alguém reescrever algo que ouviu, se pode reproduzir mais facilmente algo que recebeu por escrito?”.

Se estamos próximos do fim dos call centers tradicionais eu não sei, mas definitivamente o departamento de suporte técnico, marketing, atendimento a clientes, ou vendas, precisa de um novo perfil de profissional; um profissional capaz de acompanhar a internet, responder online a questões que pipocam na rede, saber escrever com clareza, e processar a informação que aparecer seja ela qual for.

Nós estamos falando de um futuro sem volta.

A revolução silenciosa, inclusive, tem um custo menor para as empresas. No telefone o profissional só consegue falar com uma pessoa de cada vez, no chat o atendente consegue falar com várias pessoas ao mesmo tempo sem cair a qualidade do atendimento.

Nunca mais teremos que perder tempo explicando quem nós somos. Tudo vai estar lá na web, monitorado e integrado, por sistemas como esse.

Enfim, a Revolução Silenciosa veio para ficar, e mudar tudo que conhecemos sobre relacionamento com clientes.

Nem pense em ficar por fora.

Fonte: Biz Evolution

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Qual o valor das redes sociais para a área de RH?

A Tecnologia da Informação já comprovou que veio para ficar e atender aos mais variados segmentos profissionais. Como a tendência não poderia ser diferente, os profissionais que atuam na área de RH viram-se estimulados a acompanhar as tendências do mercado. Dentre os recursos que chegaram à realidade corporativa encontram-se as chamadas mídias sociais.

Mas, por que as redes sociais conquistaram esse espaço? Confira algumas das razões que levam a área de RH a utilizar cada vez mais os benefícios tecnológicos.

1 – Ampliação e fortalecimento do network – rede de relacionamentos. Um profissional não pode ficar isolado acreditando que é auto-suficiente: ele deve ter vínculo com outros profissionais para fortalecer seu conhecimento.

2 – Quem recorre às redes sociais tem acesso a informações, novidades relacionadas ao negócio da empresa numa velocidade cada vez mais rápida. Isso é imprescindível para quem quer manter-se atualizado e não ficar para trás.

3 – A troca de informações com outros profissionais da área é um benefício valioso para quem recorre à utilização das redes sociais. Vale lembrar que com a correria proporcionada pela globalização, muitas vezes os profissionais não tem oportunidade para se encontrarem pessoalmente.

4 – A disseminação do conhecimento através da participação em grupos de intercâmbio virtuais, tornou-se um diferencial significativo tanto para receber informações, repassar dados importantes para outros profissionais quanto para conhecer cases corporativos sejam esses considerados um sucesso ou mesmo um fracasso.

5 – Agilidade em procedimentos rotineiros como os de recrutamento de seleção. Hoje, os selecionadores podem divulgar vagas, solicitar currículos e alcançar um público-alvo mais indicado para a vaga que precisa ser preenchida de maneira mais rápida e totalmente virtual.

6 – O feedback diante das necessidades organizacionais pode ser imediato, pois as redes sociais possibilitam uma resposta rápida para profissionais que precisam realizar pesquisas relacionadas a temas relevantes como, por exemplo, as últimas tendências sobre remuneração, benefícios flexíveis, entre outras.

7 – Visibilidade do profissional para mercado e, consequentemente, aumento da empregabilidade, pois que utiliza bem as redes sociais sai do anonimato.

8 – Baixo investimento e facilidade para se conectar com o mundo que está além dos portões das organizações.

9 – Através das redes sociais, os profissionais que atuam na área de RH abrem espaço para que as empresas tornem-se transparentes e aumentem as chances de atrair novos talentos.

10 – Graças ao uso das redes sociais, os profissionais podem estreitar o relacionamento com a sociedade. Esse fato é muito importante e deve ser visto com muita seriedade, principalmente pelas companhias que desejam intensificar ações socialmente responsáveis.

Fonte: RH.com.br

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Novo nascimento

“Uma boa parte da propaganda não funciona porque ela não chega às pessoas” (John Hegarty, executivo de propaganda)

O que a maioria das pessoas faz antes de adquirir algo com um valor alto e totalmente novo? Pergunta! Pergunta para o Google, pergunta para o professor, o mestre, o marido, o namorado, os amigos… PERGUNTA!

O simples ato de “perguntar” demonstra confiança e proximidade. Não se pergunta a um vendedor, louco para aumentar sua comissão, se um determinado carro vale a pena; pergunta-se a um amigo usuário do mesmo carro se ele já teve algum problema com o automóvel.

O consumidor nunca teve tanto poder como hoje em dia. Não se faz mais propaganda massiva, mas define-se um target (público-alvo). Um comercial não é colocado várias vezes em um mesmo período para fazer com que o consumidor memorize e compre. Isso é coisa do passado, de antigas teorias da comunicação que acreditavam no estímulo adentrando o indivíduo sem encontrar resistências.

Uma pessoa só acredita em quem confia

Para se fazer um amigo, não basta saber seu nome, onde mora e o que faz da vida. É necessário participar de suas atividades, suas frustrações e problemas. Da mesma maneira, para se fidelizar um cliente, não basta saber seu nome, endereço, telefone e e-mail. Deve-se estar perto, adquirir confiança, importar-se.

Para isso, surgiram as mídias sociais.

O ser humano é, antes de mais nada, um ser social. Mídias sociais são maneiras de interação entre pessoas (e empresas) por meio de diversas plataformas midiáticas. Este blog, por exemplo, é uma maneira de interação entre autora e leitores.

Com a internet, amizades virtuais se tornaram comuns e, para contar uma novidade a um amigo, não é mais necessário encontrar-se com ele: basta entrar no MSN.

Da mesma forma, para contatar, prospectar, interagir e fidelizar clientes, as empresas criaram perfis em diferentes redes sociais. Entre erros e acertos, empresas têm se esforçado para se adaptar;

Nascendo de novo

Dentro dessa realidade, este blog tem seu segundo nascimento: a mudança de conceito. A partir de hoje, não vou mais falar de tudo um pouco, e um pouco de tudo.  Pretendo focar em mídias sociais que, inclusive, é o tema do meu TCC.

Enjoy!

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